quarta-feira, 13 de abril de 2016
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Marchas de São João 2012
A edição de 2012 das Marchas de S. João, evento organizado pela Câmara Municipal de Valongo, realizar-se-á no dia 16 de junho, pelas 22h00, no Estádio do Calvário (União Desportiva Valonguense). Este ano, as marchas participantes são: A.D.C. Canários de Balselhas e A.R.C. Azenha (Campo), C.R. Estrelas da Balsa (Sobrado), U.D. Formiga (Ermesinde) e A.C.R. Vallis Longus (Valongo).
Nós também lá iremos estar para abrilhantar o espetáculo.

+Info: http://www.cm-valongo.pt/marchas-de-s-joao-a-16-de-junho/
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Páscoa - tradição em Portugal.
As Tradições da Páscoa em Portugal nesta Semana Santa.
A Páscoa no Norte, Douro Litoral.
O Douro Litoral está recheado de tradições, aliás como o resto do país, o “compasso” de porta em porta à espera do anúncio da “aleluia” ao som do toque do sino e o olhar sempre caído nas doçarias tradicionais ou nas amêndoas. Nesta região a Páscoa é vivida com alegria. Estreia-se a roupa nova, espera-se pelo “compasso”, que já anda na rua, visita-se a casa do vizinho para lá beijar a Cruz, trocam-se dois dedos de conversa enquanto se prova o pão-de-ló típico da época. A visita pascal faz-se, usualmente, no Domingo e na segunda-feira de Páscoa.
É hábito por estas paragens conceder o “folar” ao pároco que visita as casas. As ofertas são variadas… Mas quase sempre passam pelo dinheiro em nome da paróquia.
A Páscoa é a festa comemorativa da ressurreição de Jesus Cristo e é também uma época cheia de tradições cuja origem ainda se tenta manter. São feitas as limpezas de véspera e confeccionados os tradicionais bolos da Páscoa.
Desejos de uma Santa Páscoa.
Direção Rancho Infantil e Juvenil Padeirinhas de Valongo
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
“Em Fevereiro / mete obreiro.”
Fevereiro é o mês de, no Norte e no Centro, semear, alfaces para transplantar em Março-Abril, couves, nabos, nabiças, pimentos, alho-porro, repolho, feijão e tomate; no Sul, semear abóbora, cenoura, couve, ervilhas, pimento, feijão, nabiças, pepino, tomate e melancia; iniciar a sementeira do milho de sequeiro nas regiões altas; transplantar as cebolas a colher em Maio-Junho e as couves semeadas em Dezembro a colher em Junho-Julho (repolhos); colher os espinafres, couve-flor e brócolos; semear batata (para colher em Junho); podar algumas arvores de fruto (à excepção dos morangueiros e damasqueiros), antes do dia 15 do mês; continuar a instalação de novos morangueiros. Semear pinheiros-bravos; trasfegar o vinho.
Desde que se preveja o aparecimento de geada, a rega sera uma operação que em muito poderá atenuar os prejuízos que poderão ocorrer, pois permitirá que as plantas resistam melhor à queima.
Na Horta, semear abóboras, alho-françês, beterraba, cebolas, cenouras, coentros couve-flor serôdia, couve-de-grelos, couve nabo, espargos, ervilhas, espinafres, favas, feijão, melancia, nabiças, nabos serôdios, pimentos, rabanetes, repolho, salsa, segurelha, tomate. Colher nos abrigos cenouras e couves de Bruxelas.
No jardim , neste mês há que proteger os pés-mães de crisântemos por meio de palhuço (palha miuda9 para se conseguir uma grande provisão de estacas; semear todas as flores anuais como ervilhas de cheiro, espargos, gipsófilas, manjericos, etc; colher os amores-perfeitos, violetas, etc.
Animais, fornecer às vacas leiteiras um suplemento de rações com farinha, amendoim, linhaça, etc. Vacinar os cães contra a raiva.
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Noticias da Padeira.


Germano Silva
Nasceu em Penafiel, em 1931. Veio com a família para o Porto quando tinha somente um ano de idade. Fez nesta cidade a Instrução Primária, após o que começou de imediato a trabalhar para ajudar o pai, um modesto guarda-freios da antiga Companhia Carris de Ferro do Porto, a equilibrar o magro orçamento familiar. Foi marçano num retroseiro da Rua de Santa Catarina. Trabalhou, depois, na desaparecida Fábrica de Fósforos da Rua do Progresso e logo a seguir, na Fábrica de Lanifícios de Lordelo, da Rua de Serralves. Na década de cinquenta frequentou, em horário noturno, o Curso Geral de Comércio na antiga Escola Comercial de Oliveira Martins. A conclusão do curso possibilitou-lhe a entrada, como escriturário, na Secretaria do Hospital de Santo António. Ingressou no jornalismo em 1956 como colaborador desportivo no Jornal de Notícias. Três anos depois foi admitido nos seus quadros redatoriais. Aí fez toda a sua carreira, percorrendo todos os escalões da profissão: estagiário, repórter informador, repórter, redator e chefe da Redação. Aposentou-se em 1996, mas continua ligado ao JN, onde mantém a coluna dominical “À Descoberta do Porto”. Foi dirigente sindical em várias legislaturas e membro do desaparecido Conselho de Imprensa. Pertenceu aos corpos gerentes do Teatro Experimental do Porto, da Cooperativa Árvore e da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, de que é presidente da Assembleia Geral. É sócio fundador do Lugar do Desenho – Fundação Júlio Resende e membro do seu Conselho Fiscal. Foi correspondente do semanário Expresso no Porto e, nesta cidade, exerceu também por largos anos o cargo de delegado do desaparecido semanário O Jornal e da Visão, onde ainda colabora com uma crónica semanal dedicada ao Porto. Foi distinguido pelas câmaras municipais do Porto e de Penafiel com as medalhas de mérito de ouro.
Bibliografia
Porto - Nos Lugares da História
2011 Porto Editora
2011 Porto Editora
2009 Casa das Letras
2008 Casa das Letras
2007 Casa das Letras
2006 Casa das Letras
Passeios Pelo Porto de Outros Tempos
2005 Casa das Letras
Porto - A Revolta dos Taberneiros e Outras Hitórias
2004 Editorial Notícias
2002 Editorial Notícias
2002 Editorial Notícias
2000 SMAS
1996 Edições Afrontamento
1995 Edições Afrontamento
Noticias da Padeira.

O sítio onde se vendia o pão de trigo da terra
As padeiras vinham de Valongo encarrapitadas em burros e com enormes canastras no dorso do animal
Os velhos alfarrábios ensinam-nos que o planalto onde, nos nossos dias, se localiza a Praça da Batalha era, ainda nos séculos XVI e XVII, constituído por várias propriedades e campos de cultivo. Num desses campos, o de Lamelas, costumava parar a célebre procissão do Corpus Christi em que "os hortelãos e lavradores da freguesia de Santo Ildefonso" participavam, em lugar do honra.
No planalto a Ocidente, ou seja, no lado oposto, os terrenos compreendidos entre a antiga Porta do Olival e as praças hoje denominadas de Carlos Alberto e de Gomes Fernandes eram áridos e secos. Quer dizer: num lado havia bucolismo, hortas verdejantes, jardins floridos; no outro crescia o vime, um ou outro carvalho e oliveiras à sombra das quais trabalhavam os cordoeiros. A cordoaria do bispo começou a funcionar por aquelas bandas já no século XIV.
Curiosamente, é no lado Oriental que ainda hoje encontramos, na toponímia local, resquícios desse longínquo passado: Rua das Oliveiras e Largo do Moinho de Vento, são dois exemplos. Há um documento do século XVII, referente a "umas estalagens nos Ferradores" (actual Praça de Carlos Alberto) que mencionam um "Caminho do Moinho de Vento" que não deve ser outro senão aquele que, em 1647 (ano a que se refere o referido documento) partia "…do terreiro e ermida da Graça para a estrada de Santo Ovidio", hoje Rua dos Mártires da Liberdade. O antiquíssimo caminho do Moinho de Vento correspondia, como o leitor facilmente adivinhou, à Rua de Sá Noronha dos nossos dias.
Dentro do contexto urbanístico deste planalto, o Campo da Via Sacra, como era denominada a actual Praça de Guilherme Gomes Fernandes, era um dos mais concorridos logradouros destes sítios. Tinha aquela designação porque era ali que se situava a última estação de uma Via Sacra. Por isso, também era conhecido por Calvário Velho para se distinguir do novo que ficava na actual Rua do Dr. Barbosa de Castro, à Cordoaria. Devido à proximidade com o extinto convento das Carmelitas de S. José e Santa Teresa, este espaço também teve a designação de Largo e Praça de Santa Teresa. E foi exactamente aqui que se realizou a célebre feira do pão a que alude um leitor em amável carta que me dirigiu, perguntando quando começou esse mercado e em que ano terminou.
A tradição, no Porto, da venda de pão em feiras é muito antiga e não se sabe bem quando começou. Mas sabe-se, por exemplo, que já a 14 de Março de 1584 era publicado um acórdão municipal, se assim se lhe pode chamar, em que se determinava que "as medideiras da feira do Pão, messão em gamellas fora das casas no meio da praça, quando não chover, sob pena de multa…" Esta lei, se assim pode dizer-se, que obrigava as "medideiras" a trabalhar na praça e que tinha por finalidade impedir roubos ou outras falcatruas, ainda estava em uso quando, nos meados do século XIX, ainda se fazia a feira do pão no antigo Largo de Santa Teresa e a da farinha, na Praça dos Voluntários da Rainha, actual Praça de Gomes Teixeira. No ano seguinte (1585), foi publicada nova legislação, desta vez contra "as pessoas que misturarem o pão trigo de fora com o da terra e que quem vender hum não possa vender o outro…"
Nos meados do século XIX, a feira do pão funcionava no espaço da actual Praça de Guilherme Gomes Fernandes que, segundo relatos da época, mantinha a configuração geométrica de um triângulo mas que se assemelhava mais a um adro de igreja do que a um logradouro público.
As barracas onde se vendia o pão estavam dispostas ao centro do amplo terreiro e, embora o mercado fosse mais concorrido às terças-feiras e sábados, por causa de outras feiras que se realizavam na cidade, havia quem ali viesse todos os dias vender o célebre pão da terra confeccionado com farinha que era moída nos moinhos a água da região de Valongo. Esta era, efectivamente, a terra do pão. Era de lá que vinham as padeiras, encarrapitadas em burros com duas enormes canastras sobre o dorso do animal cheias do saboroso pão da terra. O produto mais procurado eram os célebres "pães de Valongo" que pesavam cerca de meio quilo e eram vendidos, nos finais do século XIX, a 75 reis cada um. Mas a variedade era imensa e para todos os gostos. Vendiam-se também, e em abundância, o nosso muito conhecido "pão molete", regueifas, tosta (doce e azeda) boroa, pão podre, pão coado, biscoitos de várias qualidades e feitios como os de argola, que eram muito procurados por moços e moças dos arrabaldes.
O rápido desenvolvimento urbanístico da cidade e, em especial, do chamado Bairro das Carmelitas ditou o fim da pitoresca feira do pão. Nos começos do século XX, os abarracamentos começaram a ser demolidos e as ladinas padeiras de Valongo instalaram-se na ala sul do Mercado de Anjo, entretanto também já desaparecido. Coisas da vida de uma cidade...
Noticias da Padeira.

A antiga Feira do Pão
O pitoresco deste curioso mercado tripeiro pairava por todo o lado
Foi exactamente há cem anos, completados no dia 26 do passado mês de Maio, que as últimas padeiras que ainda vendiam pão no antigo Largo da Feira do Pão, a actual Praça de Guilherme Gomes Fernandes, se transferiram para o vizinho mercado do Anjo.
Foi a machadada final num dos mais antigos e pitorescos mercados que se faziam na cidade.
Era tão antiga a Feira do Pão que se fazia no Porto, que se não conhece a data da sua fundação.
Sabe-se, no entanto, que por meados do século XIX já se dava o nome de Praça da Feira do Pão ou, somente, Praça do Pão, à antiga Praça de Santa Teresa, alusão ao convento de S. José e Santa Teresa das Carmelitas Descalças que fora edificado em 1704, em terrenos do medieval Campo da Via Sacra ou do Calvário Velho como era conhecido o espaço compreendido entre a actual Rua da Galeria de Paris e a já referida Praça de Guilherme Gomes Fernandes.
À Feira do Pão vinham vender, sobretudo, as afamadas padeiras de Valongo e de Avintes. As primeiras transportavam os seus apreciados produtos sobre o dorso de animais, nomeadamente éguas ou burros que eram conduzidos à arreata. As padeiras de Avintes traziam a célebre boroa, que se produzia (e ainda produz) naquela vizinha freguesia de Vila Nova de Gaia, em pequenos barcos que elas próprias conduziam remando até às chamadas "Escadas das Padeiras", na Ribeira. Daqui, o trajecto até ao sitio da feira era feito, com a cestas do pão à cabeça, era feito a pé através das ruas de S. João, Flores, Clérigos e Carmelitas.
Na praça, onde decorria a venda, as mulheres de Valongo dispunham as sua mercadoria na parte mais elevada da praça formando em regra duas filas. As de Avintes ocupavam o lado oposto formando também entre duas a três filas. Os dias de maior concorrência, sem ter em conta as vésperas das grandes festas cíclicas, como era o caso da Páscoa e do Natal, eram as terças, quintas e sábados. Nestes dias o número de vendedeiras aumentava na proporção dos clientes. Nesses dias o mercado por vezes estendia-se à vizinha Praça de Teixeira Gomes, antiga Praça dos Voluntários da Rainha, onde se fazia uma outra importante feira, esta de farinhas e cereais.
O local onde se fazia a Feira do Pão era, por essa altura, um dos mais pitorescos e animados do Porto.
No Largo da Feira do Pão havia, por exemplo, cerca de quarenta frondosas árvores debaixo de cujas copas se refugiavam as padeiras nos dias quentes do Verão.
A parte mais elevada da praça, isto é a poente, era debruada por uma fieira de casas de rés do chão e andar em cujos baixos funcionavam pequenos estabelecimentos, nomeadamente mercearias, lojas de venda de farinhas e cereais e algumas tabernas com anexos para recolha e alimentação de animais - o que era de enorme utilidade, especialmente para as padeiras de Valongo.
Um dos mais célebres restaurantes da feira era o "João do Buraco" onde, segundo uma referência feita pelo jornalista Firmino Pereira, "se saboreavam magníficos petiscos e se bebia a excelente pinga do Douro, de Amarante e de Basto…"
Nos baixos de um edifício que não ficava muito longe da referida taberna funcionava a Redacção e oficinas de um célebre diário politico, o "Correio do Porto", que iniciou a sua publicação a 27 de Setembro de 1820, ou seja pouco mais de um mês depois da Revolução Liberal de 24 de Agosto daquele ano.
Sensivelmente ao centro do terreno onde se fazia a feira havia uma fonte, a velhinha Fonte de Santa Teresa, do tempo, portanto, em que o largo tinha, também, esta designação, e junto dela um tanque que servia para os animais ali se dessedentarem.
E, por falar em animais, na parte mais baixa do amplo logradouro, corria um muro que delimitava a cerca do antigo convento das Carmelitas. Por meados do século XIX havia uma porta nesse muro que dava acesso a uma espécie de terreiro onde se vendia erva e palha para as muares que desde Valongo transportavam o alvo pão de Valongo para o Porto.
Tudo o que acima se evoca. Há muito que desapareceu. Só pelas descrições que nos ficaram sabemos de como era rumorejante e animada a velhinha Feira do Pão que se fazia na antiga Praça de Santa Teresa e que tinha como principais protagonistas, como escreveu Horácio Marçal, "…. essas limpas, corpulentas e belas moças de Avintes e de Valongo".
Nos últimos tempos da feira, as vendedeiras já não colocavam sobre o empedrado do largo os açafates com as loiras regueifas ou as tostadinhas boroas. Dispunham de bancas de madeira que o Município mandara colocar na parte central do terreiro. Mas tudo isso já desapareceu e isso foi há mais de um século…
in: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=1261886&page=-1
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Em janeiro há muito frio e pouco dinheiro.
"Quem azeite colhe antes de janeiro / azeite deixa no madeiro."
janeiro é o mês das lavouras das terras e de preparação de todas as culturas de Inverno. Há que preparar as terras para batatal e onde for possível iniciar a plantação de batata precoce. Em tempo calmo, frio e seco, quando o vento soprar do Norte, deve proceder-se à trasfega do vinho (ou seja a passagem do vinho para outra vasilha, afim de eliminar o depósito acumulado no fundo dos recipientes, a borra, que pode originar doenças no vinho). Semear e criar em viveiro todas as hortaliças e transplantá-las para local definitivo 2 meses mais tarde. Mês óptimo para o corte de madeiras.
Sementeiras, semear favas e ervilhas de variedades e desenvolvimento rapido. No norte e no Centro, semear centeio, couve galega, nabos, nabiças, rabanetes, salsa e tomate. No Sul, abóbora, cenoura, couves, ervilha, feijão, nabiças e tomate. Em estufa ou cama quente plantar, tomate, pepino, melão, pimento e abóboras. Em local definitivo, cenouras, alho, cebolas, alface, ervilhas, alho-porro e salsa. Transplantar para viveiro, couve-flor, favas, feijão, etc.
Horta, fazer uma limpeza geral, arrancando os últimos restos de colheitas que possam estar ainda na terra. Semear em canteiros ou em alfobres bem abrigados e defendidos das geadas: alfaces romanas couves repolho e sabóia, rabanetes, favas, ervilhas e grão de bico. Colher as couves, espinafres, etc.
No jardim semear: begónias, ervilhas de cheiro, gipsófilas, girassóis, lírios. Colher violetas, amores-perfeitos, camélias, jacintos, tulipas, etc.
Gado, vacinar o gado bovino, cavalar, ovino e caprino, e os porcos contra as doenças rubras.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Convívio de Natal na Santa Casa da Misericórdia Valongo
domingo, 30 de outubro de 2011
Magusto - Obras da Igreja
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
31.º Festival Infantil do Rancho das Sargaceiras e Maritimos de Angeiras
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Festas em Honra de Nossa Senhora das Chãos, Valongo.
CAPELA DE N.ª SR.ª DOS CHÃOS
Festas em Honra da Senhora Saúde, Susão, Valongo.
CAPELA NOVA DO SUSÃO
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
25 anos de vida – Bodas de Prata.

















