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domingo, 11 de maio de 2025

 

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36.º Festival e 39.º Aniversario do Rancho IJ Padeirinhas de Valongo
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17 𝗱𝗲 agosto 2025
🕥
14𝗵𝟬𝟬
📍
Largo do Centenário, VALONGO
Participações
Rancho IJ Padeirinhas de Valongo
Rancho Folclórico de Gouveia São Simão - Amarante
Rancho Folclórico Casa do Povo de Barqueiros - Mesão Frio - Douro



sábado, 21 de novembro de 2015

terça-feira, 10 de novembro de 2015

10.º Fórum Etnográfico e Folclórico.

A Federação das Colectividades do Distrito do Porto e mais quatro grupos do concelho de Paredes incluindo o nosso Grupo Folclórico de Cête vai levar a efeito o 10º Forum Etnográfico e Folclórico do Distrito do Porto em Paredes o evento será realizado no dia 21 de Novembro pelas 09.30hrs no Auditório " A Celer" em Rebordosa. Se alguém desejar estar presente, é gratuito e podem se inscrever através do nosso grupo ou no local no próprio dia.
Ler mais: http://grupofolcloricocete.webnode.pt/

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Lenços dos namorados.



Porque amanhã é Dia dos Namorados...


Lenços de Namorados

Os “lenços dos namorados” existem por todo o País, com maior incidência no Minho, Alentejo e Açores, sendo no Minho que surge a mais importante recuperação desta arte, como componente fundamental da cultura popular desta região. Os Lenços de Namorados apresentam-se como a mais genuína forma poética e artística utilizada pelas moças do Minho, em idade de casar...

sexta-feira, 23 de novembro de 2012



Auditório do Agrupamento das Escolas Secundárias Infante D. Henrique, Largo Alexandre Sá Pinto, Porto, no próximo dia 24 Novembro, às 10:00 horas.
7º FÓRUM ETNOGRÁFICO E FOLCLÓRICO DO DISTRITO DO PORTO

24 de novembro de 2012
Auditório do Agrupamento de Escolas Infante D. Henrique
Largo Alexandre Sá Pinto - PORTO
ORGANIZAÇÃO:
- FCDP - Federação das Coletividades do Distrito do Porto;
- Grupo de Folclore da Escola Secundária Infante D. Henrique;
- Rancho Folclórico de Paranhos;
- Orfeão do Porto.
PROGRAMA:
09h30 - Receção dos Participantes
10h00 - Sessão de Abertura
- José Neves de Oliveira - Presidente da Mesa da Assembleia Geral da FCDP
- Alberto Machado - Presidente da Junta de Freguesia de Paranhos
- Sofia Maia - Presidente da Junta de Freguesia de Massarelos
- Manuela Pinto - Diretora do Agrupamento das Escolas Infante D. Henrique
- Emanuel Mota - Agencia do Inatel do Porto
INICIO DOS TRABALHOS
MODERADOR: Júlio Couto - historiador
10h20 - "O Profano e o religioso na Cultura Tradicional " - Ludgero Mendes - presidente do Festival Internacional de Folclore " Celestino Graça" Santarém e da Homo Taganus - Associação de Estudo e Defesa da Etnografia e do Folclore do Ribatejo.
10h40 - "Como Dirigir um Grupo de Folclore" por Fernando Ferreira - Presidente da FFP- Federação do Folclore Português. Vice-presidente da IGF - União Internacional dos Grupos de Folclore.
11h00 - "O Folclore antes e depois de António Ferro" - por José Augusto Maia Marques, historiador e antropólogo, diretor do Dep. de Cultura e Turismo da CM da Maia e docente no Instituto Superior da Maia.
11h30 - Pausa para café, patrocinado pelo Grupo SANZALA - CAFÉS
11h50 - Debate
12h15 - Intervalo para almoço (na cantina do Agrupamento das Escolas Infante D. Henrique)
14h30 - "O novo regime jurídico civil das associações sem fins lucrativos" - por Manuel Vilar de Macedo - vice-presidente da FCDP - Federação das Coletividades do Distrito do Porto.
15h00 - "O Homem é um Animal Gregário " - por Alda Lopes Pinto - vice-presidente da FCDP - Federação das Coletividades do Distrito do Porto.
15h30 - "Organização: Administrativa/Fiscal "- por Domingos Martins - Presidente da FCDP - Federação das Coletividades do Distrito do Porto.
16h00 - Debate
16h30 – Conclusões
17h00 - Encerramento por Domingos Martins - presidente da FCDP

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

XXII Festival Folclore do Grupo Folclórico do Centro Social e Paroquial de Alfena


Música Popular e Tradicional Portuguesa


Que maravilha !... Até tem cheiro ... a terra; fumeiro; palheiro do
burro; curral das cabras;  passarinhos; azeitona (e lagares de azeite); cozedura do pão e da boroa ... Lembra-se da matança do porco, do rosmaninho e da flor de eucalipto.  Enfim .. é  demais ! É ou não é ?
Não deite isto fora. Guarde bem guardado porque é uma verdadeira preciosidade.
Recorde... delicie-se 

sábado, 30 de junho de 2012

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

“Em Fevereiro / mete obreiro.”

Fevereiro é o mês de, no Norte e no Centro, semear, alfaces para transplantar em Março-Abril, couves, nabos, nabiças, pimentos, alho-porro, repolho, feijão e tomate; no Sul, semear abóbora, cenoura, couve, ervilhas, pimento, feijão, nabiças, pepino, tomate e melancia; iniciar a sementeira do milho de sequeiro nas regiões altas; transplantar as cebolas a colher em Maio-Junho e as couves semeadas em Dezembro a colher em Junho-Julho (repolhos); colher os espinafres, couve-flor e brócolos; semear batata (para colher em Junho); podar algumas arvores de fruto (à excepção dos morangueiros e damasqueiros), antes do dia 15 do mês; continuar a instalação de novos morangueiros. Semear pinheiros-bravos; trasfegar o vinho.

Desde que se preveja o aparecimento de geada, a rega sera uma operação que em muito poderá atenuar os prejuízos que poderão ocorrer, pois permitirá que as plantas resistam melhor à queima.

Na Horta, semear abóboras, alho-françês, beterraba, cebolas, cenouras, coentros couve-flor serôdia, couve-de-grelos, couve nabo, espargos, ervilhas, espinafres, favas, feijão, melancia, nabiças, nabos serôdios, pimentos, rabanetes, repolho, salsa, segurelha, tomate. Colher nos abrigos cenouras e couves de Bruxelas.

No jardim , neste mês há que proteger os pés-mães de crisântemos por meio de palhuço (palha miuda9 para se conseguir uma grande provisão de estacas; semear todas as flores anuais como ervilhas de cheiro, espargos, gipsófilas, manjericos, etc; colher os amores-perfeitos, violetas, etc.

Animais, fornecer às vacas leiteiras um suplemento de rações com farinha, amendoim, linhaça, etc. Vacinar os cães contra a raiva.

íFevereiro é o mês da matança do porco no primeiro domingo gordo.

In: Almanaque.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Em tempo de aniversário...Cantar as Janeiras

As Janeiras e os Reis

O cantar das Janeiras é o domínio, quiçá o mais rico, do Cancioneiro Popular Português. A sua origem remonta igualmente ao tempo do paganismo em imitação das Saturnais Romanas que, ao converterem-se à religião crista, assumiram foros da maior originalidade.

No ancestral cantar das Janeiras está contido todo o espírito popular, a criatividade; a beleza, o encómio e o escárnio. Muito embora neste domínio se acentuem as heterogenias regionais, é, no entanto, comum a todo o País a composição de pequenos grupos corais, normalmente acompanhados de instrumentos musicais, que percorrem os mais variados lugares da sua freguesia ou vila, batendo às portas e entoando loas religiosas à mistura com quadras de fino gosto popular.

O objectivo era serem bem recebidos pelos moradores que lhes ofereciam doces e vinho. Mas, caso não correspondessem a contento, eram “mimoseados” com canções de chacota, por vezes achincalhantes, e não raras vezes culminadas por cenas bem tristes e desnecessárias.

As esmolas recebidas, em géneros, guloseimas ou dinheiro, eram em certas regiões destinadas à ceia ou festa do grupo, enquanto que noutras paragens revertiam a favor das almas do Purgatório.

No Algarve são bem conhecidas as tradicionais charolas que na orla marítima do Sotavento ainda se mantêm com o mesmo fulgor de há dezenas de anos atrás.

A recolha deste riquíssimo espólio da nossa literatura oral, foi, em parte, compilado por José Leite de Vasconcelos, Ataíde Oliveira e muitos antropólogos, amadores ou profissionais, que percorreram o País de lés-a-lés.

José Carlos Vilhena Mesquita

http://algarvehistoriacultura.blogspot.com/

Dois exemplos dos nossos: