domingo, 11 de maio de 2025
quarta-feira, 9 de novembro de 2016
sábado, 21 de novembro de 2015
10.º Fórum EFDP.
terça-feira, 10 de novembro de 2015
10.º Fórum Etnográfico e Folclórico.
Ler mais: http://grupofolcloricocete.webnode.pt/
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Lenços dos namorados.
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
- Grupo de Folclore da Escola Secundária Infante D. Henrique;
- Rancho Folclórico de Paranhos;
- Orfeão do Porto.
- José Neves de Oliveira - Presidente da Mesa da Assembleia Geral da FCDP
- Alberto Machado - Presidente da Junta de Freguesia de Paranhos
- Sofia Maia - Presidente da Junta de Freguesia de Massarelos
- Manuela Pinto - Diretora do Agrupamento das Escolas Infante D. Henrique
- Emanuel Mota - Agencia do Inatel do Porto
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Música Popular e Tradicional Portuguesa
sábado, 30 de junho de 2012
Festival de Folclore, Rego, Celorico de Basto.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
“Em Fevereiro / mete obreiro.”
Fevereiro é o mês de, no Norte e no Centro, semear, alfaces para transplantar em Março-Abril, couves, nabos, nabiças, pimentos, alho-porro, repolho, feijão e tomate; no Sul, semear abóbora, cenoura, couve, ervilhas, pimento, feijão, nabiças, pepino, tomate e melancia; iniciar a sementeira do milho de sequeiro nas regiões altas; transplantar as cebolas a colher em Maio-Junho e as couves semeadas em Dezembro a colher em Junho-Julho (repolhos); colher os espinafres, couve-flor e brócolos; semear batata (para colher em Junho); podar algumas arvores de fruto (à excepção dos morangueiros e damasqueiros), antes do dia 15 do mês; continuar a instalação de novos morangueiros. Semear pinheiros-bravos; trasfegar o vinho.
Desde que se preveja o aparecimento de geada, a rega sera uma operação que em muito poderá atenuar os prejuízos que poderão ocorrer, pois permitirá que as plantas resistam melhor à queima.
Na Horta, semear abóboras, alho-françês, beterraba, cebolas, cenouras, coentros couve-flor serôdia, couve-de-grelos, couve nabo, espargos, ervilhas, espinafres, favas, feijão, melancia, nabiças, nabos serôdios, pimentos, rabanetes, repolho, salsa, segurelha, tomate. Colher nos abrigos cenouras e couves de Bruxelas.
No jardim , neste mês há que proteger os pés-mães de crisântemos por meio de palhuço (palha miuda9 para se conseguir uma grande provisão de estacas; semear todas as flores anuais como ervilhas de cheiro, espargos, gipsófilas, manjericos, etc; colher os amores-perfeitos, violetas, etc.
Animais, fornecer às vacas leiteiras um suplemento de rações com farinha, amendoim, linhaça, etc. Vacinar os cães contra a raiva.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Em tempo de aniversário...Cantar as Janeiras
As Janeiras e os Reis
O cantar das Janeiras é o domínio, quiçá o mais rico, do Cancioneiro Popular Português. A sua origem remonta igualmente ao tempo do paganismo em imitação das Saturnais Romanas que, ao converterem-se à religião crista, assumiram foros da maior originalidade.
No ancestral cantar das Janeiras está contido todo o espírito popular, a criatividade; a beleza, o encómio e o escárnio. Muito embora neste domínio se acentuem as heterogenias regionais, é, no entanto, comum a todo o País a composição de pequenos grupos corais, normalmente acompanhados de instrumentos musicais, que percorrem os mais variados lugares da sua freguesia ou vila, batendo às portas e entoando loas religiosas à mistura com quadras de fino gosto popular.
O objectivo era serem bem recebidos pelos moradores que lhes ofereciam doces e vinho. Mas, caso não correspondessem a contento, eram “mimoseados” com canções de chacota, por vezes achincalhantes, e não raras vezes culminadas por cenas bem tristes e desnecessárias.
As esmolas recebidas, em géneros, guloseimas ou dinheiro, eram em certas regiões destinadas à ceia ou festa do grupo, enquanto que noutras paragens revertiam a favor das almas do Purgatório.
No Algarve são bem conhecidas as tradicionais charolas que na orla marítima do Sotavento ainda se mantêm com o mesmo fulgor de há dezenas de anos atrás.
A recolha deste riquíssimo espólio da nossa literatura oral, foi, em parte, compilado por José Leite de Vasconcelos, Ataíde Oliveira e muitos antropólogos, amadores ou profissionais, que percorreram o País de lés-a-lés.
José Carlos Vilhena Mesquita
http://algarvehistoriacultura.blogspot.com/






















