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sábado, 27 de dezembro de 2025

sábado, 30 de janeiro de 2016

domingo, 3 de janeiro de 2016

Encontro paroquial cantares de janeiras'16

Encontro de Cantares das Janeiras'16 - Paróquia de Valongo.
Lá estaremos, marca na tua agenda. Como é habitual o traje é necessário e obrigatório. Passem palavra.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Cantar as Janeiras 2014.

Cantar os Reis é uma tradição portuguesa que as Coletividades do Município de Valongo mantêm bem viva. Na Quadra Natalícia, o átrio do Salão Nobre da Câmara Municipal tem servido de palco às associações culturais do concelho que fazem questão de perpetuar este costume popular, proporcionando a autarcas e funcionários momentos de boa disposição e alegria. A 18 de dezembro, o Grupo Folclórico as Padeirinhas de Valongo foi o primeiro a cantar com energia as Boas Festas ao Executivo Municipal. Dia 27 de dezembro, foi a vez do Rancho Infantil e Juvenil As Padeirinhas de Valongo entoar entusiasticamente as suas canções. O Rancho Folclórico de Santo André de Sobrado proporcionou uma brilhante atuação perante os vereadores e o Presidente da Câmara Municipal, a 30 de dezembro. No Dia de Reis, a 6 de janeiro, foi a vez da Academia Sénior de Alfena e Ermesinde encantar com as suas vozes bem afinadas o Executivo Municipal e os funcionários da autarquia.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Em tempo de aniversário...Cantar as Janeiras

As Janeiras e os Reis

O cantar das Janeiras é o domínio, quiçá o mais rico, do Cancioneiro Popular Português. A sua origem remonta igualmente ao tempo do paganismo em imitação das Saturnais Romanas que, ao converterem-se à religião crista, assumiram foros da maior originalidade.

No ancestral cantar das Janeiras está contido todo o espírito popular, a criatividade; a beleza, o encómio e o escárnio. Muito embora neste domínio se acentuem as heterogenias regionais, é, no entanto, comum a todo o País a composição de pequenos grupos corais, normalmente acompanhados de instrumentos musicais, que percorrem os mais variados lugares da sua freguesia ou vila, batendo às portas e entoando loas religiosas à mistura com quadras de fino gosto popular.

O objectivo era serem bem recebidos pelos moradores que lhes ofereciam doces e vinho. Mas, caso não correspondessem a contento, eram “mimoseados” com canções de chacota, por vezes achincalhantes, e não raras vezes culminadas por cenas bem tristes e desnecessárias.

As esmolas recebidas, em géneros, guloseimas ou dinheiro, eram em certas regiões destinadas à ceia ou festa do grupo, enquanto que noutras paragens revertiam a favor das almas do Purgatório.

No Algarve são bem conhecidas as tradicionais charolas que na orla marítima do Sotavento ainda se mantêm com o mesmo fulgor de há dezenas de anos atrás.

A recolha deste riquíssimo espólio da nossa literatura oral, foi, em parte, compilado por José Leite de Vasconcelos, Ataíde Oliveira e muitos antropólogos, amadores ou profissionais, que percorreram o País de lés-a-lés.

José Carlos Vilhena Mesquita

http://algarvehistoriacultura.blogspot.com/

Dois exemplos dos nossos: